Olá amigas, estou aqui passando para voces um pouco mais de conhecimento.
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sábado, 11 de fevereiro de 2012

Mononucleose - Doença do beijo

 O carnaval está chegando e quem pretende beijar muito deve ter cuidado !

 


O carnaval está chegando e  muita gente aproveita para paquerar e beijar na boca.

Para os solteiros, a ocasião pode ser a oportunidade de encontrar o grande amor. O problema é que um simples beijo pode transmitir uma doença pouco conhecida, mas muito frequente chamada de mononucleose.

É transmitda pela saliva em contato íntimo e o beijo é o grande  aliado da doença, associado a ambientes com aglomeração .

O vírus é da mesma família do herpes.- 90% dos casos de Mononucleose Infecciosa é causada pelo vírus Epstein-Barr (VEB). Os 10% restantes podem ser provocados pelos mesmos agentes causadores da citomegalovirose, toxoplasmose, rubéola, hepatite, HIV e adenovirose.

Sinais e sintomas :

Cerca de 50% dos casos, quando acomete adolescentes e adultos jovens, a doença se apresenta em sua forma clássica, que dura, em média 2 a 4 semanas.





A doença começa com dor de garganta, febre e gânglios inchados, que podem aparecer após um mes e meio do contato, tornando assim difícil relacinar uma coisa a outra (doença ao beijo).


 Depois aparecem sintomas clássicos como:

Inicia-se com mal-estar, fraqueza, febre, dor de garganta, dor abdominal, dor muscular e náuseas que duram cerca de 1 a 2 semanas, que são comuns a várias doenças como gripes e doenças infecciosas. 

  As amígdas aumentam de tamanho, ficam hiperemiadas ("vermelhas"), com petéquias (pontos vermelhos) no palato ( céu da boca ) e exsudato fibrinopurulento. 90% dos pacientes apresentam linfadenomegalia ("ínguas") em pescoço, embaixo do queixo, nas axilas, virilhas e até nos cotovelos. 50% dos pacientes apresentam um aumento no tamanho do baço e 10% apresentam aumento no tamanho do fígado. Pode haver edema ("inchaço") nas pálpebras. 



 Em algumas pessoas, a doença pode afetar o sistema nervoso ou comprometer o baço.

Tratamento: Não existe um tratamento específico para a mononucleose
Repouso, medicamentos para febre febre e dor, antiflamatório para ajudar a diminuir as amígdalas, porque, às vezes, elas crescem muito.

Atenção pessoal: Mesmo depois que os sintomas desaparecem, o vírus pode ser transmitido até por um ano e meio, então mesmo depois de ficar boa, a pessoa ainda pode transmitir a doença.

A mononucleose confere uma imunidade duradoura ,então o portador  não vai ter a doença  várias vezes.

Considera-se que cerca de 95% da população mundial já foi acometida pelo VEB.
 

 
 
 
 
Então pessoal : Beije com moderação !!!!









Escrito por Dra Magda Paradela 
Fonte:GG1

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Fatores que influenciam na fertilidade







Ter filho não é tarefa fácil: exige cuidados intensos desde o primeiro mês de gestação até, pelo menos, os 18 anos de idade. Alimentação, educação, saúde e vestuário são itens imprescindíveis que os pais devem levar em conta no planejamento familiar.
Mas, muitas vezes, o problema começa bem antes disso – na hora de engravidar. O casal decide que quer ter um bebê, mas não consegue. A ansiedade e o excesso de expectativa atrapalham demais nessa hora. Em vários casos, o único problema do homem e da mulher é psicológico, e não falta de fertilidade

 Fatores como: estresse, alimentação, obesidade e cigarro podem influenciar na capacidade de concepção.


fertilidade (Foto: Arte/G1)

Os médicos citaram os exames que devem ser feitos e as vacinas que precisam ser tomadas por ambos os pais antes da gravidez. Os especialistas também explicaram como funciona o método Billings, usado para avaliar o muco cervical da mulher.
José Bento recomendou a quem quer ter filhos os três Ps: paciência, perseverança e persistência. Em um mês, segundo ele, as chances de uma mulher normal engravidar varia de 15% a 18%. A partir do 10º dia do ciclo menstrual, já pode haver mais chances de uma fecundação.


A pílula, segundo o ginecologista, não prejudica a fertilidade, e protege a mulher de doenças como endometriose, infecções e cistos no ovário. Além disso, José Bento disse que ter miomas no útero pode impedir a gravidez, dependendo do tamanho e da localização do tumor. 







Estresse




O estresse, a pressão e a ansiedade reduzem a testosterona entre os homens, que perdem a libido e complicam a dinâmica do casal. A pressão de ter um filho também atrapalha e aí não só a pressão do casal, mas a da família também.



Obesidade

 
Está cientificamente comprovado que o excesso de peso diminui a fertilidade. Hoje no Brasil, 50% dos homens em idade reprodutiva estão com sobrepeso e 31% estão obesos. Se o ritmo continuar dessa forma, o país alcançará os EUA, onde metade dos homens em idade reprodutiva é obesa. A perda da fertilidade entre os obesos está associada à leptina, hormônio produzido pelas células de gordura. Ele pode aumentar a temperatura dos testículos, que precisam estar cerca de 2° C abaixo da temperatura corporal para funcionar. Com esse aquecimento, a produção de espermatozoides fica prejudicada.


Cigarro

As milhares de toxinas presentes no cigarro provocam uma reação de defesa do organismo. O sangue aumenta a produção de glóbulos brancos, que vão para órgãos como pulmão, estômago, intestino e testículos.
Esses leucócitos chegam aos testículos e fabricam os chamados radicais livres, com a intenção de combater as toxinas. Isso afeta o sêmem e destrói os espermatozoides, que são células sem muitas defesas.






Alimentação







Uma dieta equilibrada é fundamental para a saúde e também para a reprodução humana. É importante ter no cardápio todos os tipos de alimentos, além dos que têm função antioxidante, essenciais para combater os radicais livres e preservar a fertilidade.
Frutas vermelhas (morango, uva e tomate), vegetais verde-escuros (rúcula, agrião, brócolis e manjericão) e mamão papaia são ótimas opções.



Exames pré-nupciais
Homens
- Exame de sangue: com sorologia para testar HIV, hepatites B e C e sífilis
- Espermograma: pode ser um indicador de fertilidade, pois mostra a quantidade e a qualidade de sêmen

Mulheres
- Exame de sangue: com sorologia para testar HIV, hepatites B e C, toxoplasmose e sífilis, além de rubéola, que pode gerar má formação no feto
- Exame de fezes: é um bom teste para checar se a mulher tem verminoses
- Exame de urina: a infecção urinária é um problema para quem quer engravidar, porque pode reduzir a fertilidade e até indicar problemas maiores
- Ultrassom dos ovários e do útero: é importante para saber se a mulher tem ovário policístico, mioma, pólipo, endometriose ou alguma alteração anatômica do útero. Ele deve ser feito até o terceiro dia do ciclo menstrual. Esse exame também pode checar a contagem dos folículos, essenciais para a gestação. Se o número estiver menor que seis, é um sinal de que a reserva de óvulos está baixa


Método de ovulação Billings



É uma técnica natural para observar a fertilidade da mulher, por meio do muco cervical. Quando o muco está escorregadio, a chance de concepção é maior. O último dia em que o muco está presente indica o ápice de fertilidade do ciclo menstrual. O método serve tanto para quem quer engravidar quanto para quem não quer.
Ao longo do mês, a mulher percebe um corrimento maior na vulva. O pico de ovulação dura de 3 a 6 dias.



Vantagens
- Ajuda a mulher a conhecer melhor o funcionamento do próprio corpo
- Incentiva o casal a dialogar
- Educa o homem a ter co-responsabilidade



Dicas
- Evitar relação sexual nos dias de forte sangramento da menstruação
- No caso de a mulher não querer engravidar, fazer sexo apenas no período pré-ovulatório e em dias alternados
- Quando a mulher chega ao ápice da ovulação, fica mais lubrificada. Quem quer ter filho deve esperar quatro dias para voltar a ter contato genital e relações.


Fonte G1 - Bem Estar